
Falar sobre o professor Carlinhos é tão fácil, e ao mesmo tempo difícil, por tudo que ele representou para a minha vida e, conseqüentemente, para a minha família. O nosso relacionamento começou quando eu jogava futebol no Resende Futebol Clube, e ele era técnico do Colégio Dom Bosco, nos idos e maravilhosos tempos da Mini-Copa de Resende. Posteriormente, fui estudar no Colégio Dom Bosco, e me tornei seu atleta, onde como todos tínhamos que fazer de tudo, e muito de cada modalidade praticada.
Ainda como atleta, iniciei-me como árbitro de algumas modalidades, tais como futsal, basquete, handebol, atletismo e futebol. Segui durante alguns anos como árbitro de futsal, atuando inclusive na Liga Cruzeirense de Futsal, filiada à Federação Paulista de Futsal, pois o professor me dizia que eu tinha dom para a coisa.
Posteriormente, foi meu padrinho de casamento, chegando a cantar durante a cerimônia religiosa, outra qualidade do mestre.
No nosso relacionamento existiram passagens memoráveis, momentos alegres, descontraídos, tensos e que se eu fosse descrevê-los teria que escrever um livro. Mas o que realmente interessa é que o professor, mestre, Carlinhos, Carlos Alberto, "Azeitona", não importa que denominação se queira dar, sempre deixará a sua marca incontestável de amigo, profissional leal, bom caráter, justo e pai.
Sentimos muita falta da sua presença física, principalmente por duas qualidades, a de amigo e de pai.
Guilherme, Gecilda, Guilherme Filho e Gustavo.
Ainda como atleta, iniciei-me como árbitro de algumas modalidades, tais como futsal, basquete, handebol, atletismo e futebol. Segui durante alguns anos como árbitro de futsal, atuando inclusive na Liga Cruzeirense de Futsal, filiada à Federação Paulista de Futsal, pois o professor me dizia que eu tinha dom para a coisa.
Posteriormente, foi meu padrinho de casamento, chegando a cantar durante a cerimônia religiosa, outra qualidade do mestre.
No nosso relacionamento existiram passagens memoráveis, momentos alegres, descontraídos, tensos e que se eu fosse descrevê-los teria que escrever um livro. Mas o que realmente interessa é que o professor, mestre, Carlinhos, Carlos Alberto, "Azeitona", não importa que denominação se queira dar, sempre deixará a sua marca incontestável de amigo, profissional leal, bom caráter, justo e pai.
Sentimos muita falta da sua presença física, principalmente por duas qualidades, a de amigo e de pai.
Guilherme, Gecilda, Guilherme Filho e Gustavo.














