domingo, 6 de julho de 2008


Falar sobre o professor Carlinhos é tão fácil, e ao mesmo tempo difícil, por tudo que ele representou para a minha vida e, conseqüentemente, para a minha família. O nosso relacionamento começou quando eu jogava futebol no Resende Futebol Clube, e ele era técnico do Colégio Dom Bosco, nos idos e maravilhosos tempos da Mini-Copa de Resende. Posteriormente, fui estudar no Colégio Dom Bosco, e me tornei seu atleta, onde como todos tínhamos que fazer de tudo, e muito de cada modalidade praticada.

Ainda como atleta, iniciei-me como árbitro de algumas modalidades, tais como futsal, basquete, handebol, atletismo e futebol. Segui durante alguns anos como árbitro de futsal, atuando inclusive na Liga Cruzeirense de Futsal, filiada à Federação Paulista de Futsal, pois o professor me dizia que eu tinha dom para a coisa.

Posteriormente, foi meu padrinho de casamento, chegando a cantar durante a cerimônia religiosa, outra qualidade do mestre.

No nosso relacionamento existiram passagens memoráveis, momentos alegres, descontraídos, tensos e que se eu fosse descrevê-los teria que escrever um livro. Mas o que realmente interessa é que o professor, mestre, Carlinhos, Carlos Alberto, "Azeitona", não importa que denominação se queira dar, sempre deixará a sua marca incontestável de amigo, profissional leal, bom caráter, justo e pai.

Sentimos muita falta da sua presença física, principalmente por duas qualidades, a de amigo e de pai.

Guilherme, Gecilda, Guilherme Filho e Gustavo.

Ai meu sábado!!!!!!!


Ai Meu Sábado!!!!

Estamos em constante busca do caminho certo, do milagre, do herói. Sonhamos que esse momento ou pessoaseja dotado de uma magia sem igual e não percebemos que Deus, a natureza, e tudo o que nos cerca se manifesta de maneira simples.

Demorei um pouco para entender o caminho, reconhecer o milagre e o herói nas pessoas ao meu redor. Falo aqui de uma dessas pessoas, do falar energético e do semblante ríspido contrastando com o senso de humor e sorriso contagiante. Promove-se hoje em dia com freqüência a igualdade, o direito, a oportunidade para todos. Ele sempre valorizou o indivíduo pela sua essência e capacidade de superar desafios e não o distinguia pela cor da pele ou classe social a que pertencia.

Vale lembrar que éramos conhecidos como "filhos do Carlinhos". Vencer desafios e superar limites é o que agrega valor à vida do homem, segundo ele. Tanto que ao concluirmos uma linda jogada, melhorar um tempo ou quebrar um récorde, seu semblante sempre estava nos dizendo: "quero ver fazer de novo", ou erguer aquela faixa comum nos estádios: "EU JÁ SABIA que você era capaz".

Ao iniciar uma competição, não aceitava outro resultado senão a vitória e de preferência incontestável. Não acreditava em sorte, mas sim no resultado de um trabalho. Caso a derrota nos atingisse no percurso, saía sempre em defesa do nosso ego, dizendo: "Você deu o melhor de si, levante a cabeça."

Sua luz ainda brilha e aquece os nossos corações. Seus ensinamentos serviram como alicerce da construção do meu caráter; sua ausência física só não dói porque vejo que todos os seus discípulos se tornaram grandes líderes nas áreas em que passaram a atuar.

Cabe a nós continuarmos fazendo nossa parte como ele fez a dele.

Seu eterno bem-querente,

Pedro Márcio Macedo









sexta-feira, 4 de julho de 2008

Fotos dos Ex- alunos














Fotos dos Ex- alunos... você pode está aqui!!!